Casal em namoro à distância cria fotos incríveis para se aproximar

Manter um namoro à distância divide opiniões: uns afirmam que conseguem levar o relacionamento sem problemas, enquanto outros se sentem profundamente frustrados por não estarem próximos às suas caras metades frequentemente.
Há ainda um terceiro grupo que não só leva o relacionamento numa boa, mas que tira o melhor proveito possível da situação, aproveitando para expressar toda a sua criatividade!
É o caso do casal coreano Danbi Shin, que atualmente mora em Nova York, e Seok Li, que mora em Seul, na Coreia.
Para esse casal, Skype é para os fracos! Vejam só como eles fazem para se conectar e matar a saudade de uma maneira para lá de inusitada, apesar do fuso horário de 14 horas!
Como toda boa ideia, o projeto do casal coreano foi batizado de Half & Half (Metade & Metade, em tradução livre) e, além de aproximar o casal, tem o objetivo de mostrar como suas vidas são parecidas, apesar de terem estilos totalmente diferentes.
Vejam que incrível!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

LIDANDO COM A SAUDADE

 

Certamente você conhece alguém que está em um relacionamento à distância e é mais do que natural se perguntar como essas pessoas suportam a saudade.
Conversei com duas pessoas que me mostraram que o namoro à distância, embora de difícil adaptação, também pode ser bastante romântico e repleto de criatividade.
Juliana, uma fotógrafa de 34 anos, que mora em São Paulo eDanielle, 43 anos, que mora em Curitiba, estão juntas há 2 anos e 2 meses. Embora a distância não seja tão grande quanto a do casal coreano, a saudade é grande, porém dá margens a muitas surpresas gostosas.
Juliana conta que no primeiro ano de namoro Danielle ainda conhecia pouco a família e as amigas de Juliana e, mesmo assim, conseguiu reunir todos em um jantar de aniversário surpresa em plena segunda-feira em um restaurante pertinho da casa da namorada em São Paulo.
“Eis que eu chego ao local, ‘tchanam’ surpresa. Ok, achei que estava só minha família. De repente, vem a Dani com o bolo! Quase infartei… Tipo segunda, a Dani aqui?  Ela chegou tipo às 17h e voltou no primeiro voo do dia seguinte. Não ficou nem 24h  aqui!”, conta Juliana.
Outro ponto positivo para o namoro à distância é que todos os motivos são válidos para um encontro inesperado.
Viajando a trabalho ao sul do país, Juliana aproveitou o voo de volta e fez uma conexão em Curitiba para almoçar e passar a tarde com a namorada. O aeroporto nunca teve um clima tão romântico.

O DESAFIO DOS PRIMEIROS ANOS

Namorar a distância pode ser bastante desafiador, principalmente se esta for a primeira experiência de ambos.
A linguista e jornalista Jaqueline Ribas de 25 anos, que mora em Araraquara, interior de São Paulo, e o engenheiro aeronáutico Daniel Ferraz Bueno, também de 25 anos e que mora em São Paulo, tiveram de se adaptar à nova situação.
Juntos há quatro anos, o relacionamento corria bem quando tudo mudou: “Daniel se formou, passou em um programa de trainee e se mudou para Belo Horizonte/MG, a cerca de 600 km de onde eu estava, na época ainda em São Carlos. Esse ano foi o que eu julgo o mais desafiador em nosso namoro, pois passei por um processo difícil para me acostumar com essa diferença tão grande na rotina do relacionamento”, afirma Jaqueline.
O casal apelou ao Skype para tentar diminuir a distância entre eles, mas chegavam a ficar até dois meses sem se encontrar pessoalmente.
Jaqueline ainda contou que o que não falta quando se está nessa situação é “olho no calendário, coração apertado, ansiedade e opinião alheia. As pessoas adoram se intrometer em qualquer relacionamento, mas percebeu que quando é à distância isso se torna ainda mais frequente”.
A jornalista ainda compartilha o que aprendeu com o relacionamento à distância:
“Depois de três anos namorando à distância, posso afirmar que quando você gosta de verdade da pessoa, quando há cumplicidade e companheirismo, vale a pena. Vale a pena cada final de semana longe, cada preocupação, cada angústia. E vale ainda mais a pena, você ver nas pequenas situações e questões que surgem no dia a dia que quando o sentimento é real, ele se fortalece nas dificuldades e pode sim superar os desafios, e que isso não é um clichê.”
Texto publicado em 06/04/2016.
 

 

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